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Beleza e Tristeza
Em "Beleza e Tristeza", Yasunari Kawabata aborda a sublimação do amor frente ao medo e aos preconceitos da sociedade japonesa. Em sua literatura, as
tradições, os ritos e as imagens de seu país se transformam em metáforas, versando sobre a fragilidade da beleza e a melancolia presente na natureza,
além da imprevisibilidade muitas vezes cruel do destino humano.
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Por R$ 36,00
com Cartão de Crédito Saraiva em 3x de R$ 12,00 sem juros
Disponibilidade: Produto em estoque.
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"Beleza e Tristeza", do romancista japonês Yasunari Kawabata, chega ao público brasileiro como fruto do trabalho de uma equipe mais que respeitável.
Traduzido do japonês para o inglês por Howard Hibbett (professor emérito de literatura japonesa em Harvard) e do inglês para o português por Alberto
Alexandre Martins (poeta e artista plástico, ganhador do prêmio Jabuti), tem prefácio de Teixeira Coelho (professor da ECA-USP) e posfácio de Roberto
Kazuo Yokota (mestre em filosofia pela USP).
Como toda a obra de Kawabata, "Beleza e Tristeza" é o romance de um mundo globalizado. Não, porém, de maneira explícita, pois a globalização não é
seu tema. Ela é sua circunstância. Escrevendo em meados do século XX, sua obra tem por contexto histórico a modernização voluntária do Japão antes da
Segunda Guerra, e sua ocidentalização (ou americanização) compulsória depois da derrota. Isso se reflete no livro de muitos modos. Por um lado, a
própria forma do romance realista-psicológico é ocidental. Por outro lado, a visão de mundo é japonesa. E se o romance, no sua origem, é narração,
isto é, ação, na sua migração para o Japão se torna contemplação. Uma contemplação, porém, expandida para a dimensão de um romance, e perturbada pela
presença do passado no presente, assim como pela invasão do presente de um passado ainda marcante.
Nas palavras do posfaciador, “Cenários e objetos apresentados não apenas situam a ação, mas caracterizam especialmente a inação, mais precisamente, a
contemplação da situação. Kawabata dá preferência a ambientes esvaziados, silenciosos, em momentos inertes. Quando figura situações movimentadas,
sugere que são desagradáveis, ruidosas, perturbadoras. Assim, desde a primeira cena no trem vazio, [contempla-se] a paisagem do Monte Fuji,
interrompido pela presença ruidosa de turistas americanos. [...] Paisagens e vistas panorâmicas são como que pintadas no texto. [E se] o cenário
interessa, é pelo simbolismo da ausência, seja do passado histórico que assombra os monumentos, seja da melancolia da contemplação solitária, seja da
catástrofe anunciada ao futuro”.
I.S.B.N.: 9788525045393
Cód. Barras: 9788525045393
Reduzido: 2578873
Altura: 20,7 cm.
Largura: 13,9 cm.
Profundidade: 1,7 cm.
Acabamento : Brochura
Edição : 2008
Idioma : Português
País de Origem : Brasil
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