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Meu Nome É Vermelho
Construído por dezenove vozes narrativas - entre eles um cachorro, um cadáver e o pigmento cuja cor dá nome ao livro -, o romance
"Meu nome é Vermelho" combina trama policial a um panorama histórico e cultural da Turquia, país dividido entre Oriente e Ocidente. Orhan Pamuk foi o
vencedor do Prêmio Nobel de Literatura de 2006.
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"Meu Nome é Vermelho" alia narrativa policial, uma história de amor proibida e reflexões sobre as culturas do Ocidente e do Oriente. A trama se passa
em Istambul, no fim do século XVI. Para comemorar o primeiro milênio da Hégra (a fuga de Maomé para Meca), o sultão encomenda um livro que
representasse a riqueza do Império Otomano, que naquele momento vivia seu apogeu. Para provar a superioridade do mundo islâmico, porém, as imagens
deveriam ser feitas com as novíssimas técnicas de perspectiva da Itália renascentista. As intenções secretas do sultão logo dão margem a
especulações, desencadeando uma onda de intrigas que culmina no assassinato de um dos artistas que trabalhava nas iluminuras do livro. Ao mesmo tempo,
desenrola-se o caso de amor entre o Negro, artesão que voltara a Istambul após doze anos de ausência, e a bela Shekure. Construída por dezenove
narradores - entre eles um cachorro, um cadáver e o pigmento cuja cor dá nome ao livro -, a história surpreendente pela exuberância estilística, que
reflete o encontro de duas culturas. Orhan Pamuk foi o vencedor do Prêmio Nobel de Literatura de 2006.
I.S.B.N.: 8535904689
Cód. Barras: 9788535904680
Reduzido: 148223
Altura: 23 cm.
Largura: 16 cm.
Profundidade: 3 cm.
Acabamento : Brochura
Edição : 1 / 2004
Idioma : Português
País de Origem : Brasil
Número de Paginas : 536
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 Li "Neve", do Pamuk, e gostei, apesar de não ter achado um livro excelente. "Mas Meu nome é vermelho" é um livro excelente, com toques de humor, com riqueza de detalhes da arte e da vida da época em que se desenvolve a trama. Pamuk nos prende a cada virar de página, com sua linguagem clara e elegante, com sua imaginação prodigiosa. A gente vê com incrível clareza cada personagem, cada ambiente, cada vento retratados ali. Pamuk é um prêmio Nobel, sem dúvida. (Nânie)
 Achei o livro excepcional. De fato o Prêmio Nobel Pamuk escreve de forma lindíssima. Diferentemente de Neve, do qual gostei, mas não figura entre os melhores livros que li, Meu Nome é Vermelho é interessante, prende a atenção, diverte e desafia. Os títulos são sobremaneira originais, assim como os narradores. Muuuuito bom! (Nânie)
 O livro no início é um pouco complicado, pois você tem que ficar olhando algumas palavras no pequeno glossário quase na última página, porém a trama fica bacana logo de início com a morte do artesão. É um livro interessante e requer atenção (Sheila)
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